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Segredos do Líbano

Segredos do Líbano

Há oportunidades para ter umas férias de qualidade à porta do Mediterrâneo: hotéis de luxo debruçados sobre praias de água quente, vilas de pescadores, paisagens verdes e tradições para se conhecerem.

O Líbano não costuma estar nas primeiras escolhas como destino de férias. No entanto, o país tem cerca de 240 quilómetros de costa na Ásia Ocidental, entre areais extensos e marginais, na bacia do Mediterrâneo. E essa é a principal oportunidade, para quem gosta de água quente e tardes passadas à beira-mar. Um bom exemplo disso acontece no sul, à volta de Tyre, cidade onde também se visita um aglomerado de ruínas deixadas pelos romanos. Para além deste povo, outras civilizações cruzaram o território ao longo de milhares de anos, aproveitando sobretudo as boas condições geográficas. Nos tempos que correm, quem visita o Líbano percebe isso graças às várias etnias e religiões que influenciaram os costumes, as artes, os estilos musicais, os festivais e claro, a gastronomia. A hospitalidade é também uma tradição; a população sente-se honrada por receber visitantes que demonstrem interesse pelo país, chegando a convidar a que fiquem hospedados nas suas casas.

 

 

A capital, Beirute, está a meio caminho de qualquer extremo do país. Por lá a paisagem é bem diferente, mas tem o seu encanto. Os edifícios cresceram e há hotéis de luxo com vista privilegiada, seja das piscinas construídas lá bem no alto ou das varandas sobre o mar. É o caso da Zaitunay Bay, uma zona dentro da marina de Beirute que a população e os turistas gostam de visitar. Vão em passeio lado a lado com os iates acostados ao cais, aproveitando os restaurantes e cafés com condições muito modernas. E há quem fique apenas rendido à beleza das luzes, à noite, da marginal ou dos cinco estrelas que se veem já ao longe. Também a avenida Paris é uma das mais famosas e mais procuradas zonas da cidade. Os alojamentos e os possíveis mergulhos estão separados por uma simples passadeira de peões.

Beirute costuma ser considerada «a Paris do Médio Oriente». A não perder são também as Raouché: duas rochas tiradas de postal, onde os jovens habitantes locais se divertem em mergulhos. Diversos barcos organizam passeios em seu redor, explorando também as grutas das proximidades.

 

Para além de todas estas atrações turísticas, há o imperdível centro da capital com a Praça Nejmeh. À volta estão os centros administrativos e financeiros, o Parlamento, restaurantes internacionais e descendo-se a Rua Al Maarad vai-se ao encontro do maior ponto religioso do país: o Mosteiro Mohammed Al-Amin, do qual se destacam as quatro torres em cada canto e a cúpula central, e a Catedral St. George Maronite.

Os bons motivos para se visitar este canto no «fim» do Mediterrâneo até aqui já convencem, mas não são suficientes para ser justo. Porque de costas para o mar, ninguém fica indiferente às montanhas. E que montanhas. São autênticos desfiladeiros de norte a sul do Líbano, com paisagens verdes e rochosas, ou completamente cobertas de neve no inverno. Há percursos de trekking e empresas especializadas nas atividades para acompanhar quem se identifica com a natureza intocável.

 

 

Moeda: Libra Libanesa (LBP). Um euro equivale a 1,65 LBP.

Quando ir: Evite os meses de verão, já que as temperaturas são muito elevadas. Outono e primavera são as estações mais adequadas.

Língua: Árabe

País: República Libanesa