Advertisement Seychelles, para lá da lua-de-mel - 15 Destinos

Seychelles, para lá da lua-de-mel

Seychelles, para lá da lua-de-mel

Perdidas no Índico, as Seychelles são um destino para casais enamorados, mas não só. História, gastronomia e cultura para descobrir.

 

 

O navegador português Vasco da Gama terá sido o primeiro europeu a avistar as Seychelles, em 1502. Só em 1770 os franceses decidiram viver no território. Em 1814, a população já rondava os 3500 habitantes, mas, com a derrota de Napoleão em Waterloo, as ilhas passaram para a Grã-Bretanha. No século XIX surgiram as plantações de algodão, coco ou cana-de-açúcar e a independência triunfou em 1976. Agora, no ano em que se comemoram os 40 anos deste estado do Índico, todas as desculpas são boas para lá ir. Até casar pode parecer um bom plano.
As Seychelles estão a mais de 1600 km de distância do continente africano. As ilhas dividem-se em duas categorias: graníticas (41) e coralinas (74). As principais são Mahé, Praslin e La Digue e é nestas que se concentra a grande maioria da população, dos serviços e da oferta turística e cultural.
Com uma variação média entre os 24°C e os 32°C, as Seychelles são agradáveis durante todo o ano. A época mais quente é entre dezembro e abril e, de maio a outubro, o clima torna-se um pouco mais frio e seco. Quanto à chuva, é mais constante de dezembro a fevereiro. Posto isto, não vai ser fácil escolher apenas uma ilha para visitar.


A nossa sugestão é que eleja a ilha principal, Mahé, para os primeiros dias de viagem. É aqui que se encontra Victoria, tida como a mais pequena capital do mundo. Tem cerca de 25 mil habitantes e entre os pontos de interesse destaca-se o Jardim Botânico, suas espécies de flora e as tartarugas que dão fama ao arquipélago. No centro da cidade há ainda para ver o movimentado mercado central, uma torre de relógio que é réplica em pequena escala do Big Ben de Londres e um templo hindu que se destaca no misto de arquitetura colonial e edifícios modernos. Ainda na ilha, não se pode perder a praia de Beau Vallon, principalmente às quartas-feiras, quando aí decorre um mercado de rua onde não faltam petiscos, bebidas e artesanato. A praia é uma das melhores da ilha, daquelas de capa de revista.
A cerca de uma hora de Mahé está Praslin, onde todos os caminhos vão dar às praias de sonho e ao Vale de Mai, declarado Património da Humanidade pela UNESCO. Logo ali ao lado (vinte minutos de barco) está um pequeno paraíso – La Digue. A ilha tem cinco quilómetros de comprimento por três de largura e entre as suas muitas enseadas está Anse Source d’Argent, uma das praias mais fotografadas do mundo. Está quase sempre nas listas de melhores do planeta e a ida às Seychelles não será a mesma sem um mergulho nestas águas. Para circular pela ilha prepare a boa forma física, pois existem apenas cinco automóveis e são táxis. A população e os visitantes andam de bicicleta ou de em camiões públicos que fazem a vez de autocarros. Sem ruídos de motores ou buzinas, sem tubos de escape a libertar poluição, a vida em La Digue é uma amostra do que se pode descobrir nas Seychelles.
O arquipélago é ideal para luas-de-mel e casamentos na praia, mas há muito mais que o amor para descobrir. E não há muitos locais no mundo assim.

BI
Moeda: Seychelles – SCR (1 Euro: 14,40 SCR )
Quando ir: Dezembro e abril são os meses mais quentes
Língua: Crioulo, inglês e francês
País: República das Seychelles