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Hong Kong, o melhor de dois mundos

Hong Kong, o melhor de dois mundos

Quando o trem de aterragem toca no solo roubado ao mar da ilha artificial onde está instalado o aeroporto internacional de Hong Kong, é dado o tiro de partida para uma viagem única. É o início de uma incursão ao futuro, numa cidade dividida entre duas margens, entre dois mundos, entre Ocidente e Oriente, ilha de Hong Kong e Kowloon.

Do aeroporto não faltam opções para chegar à cidade. De comboio é pouco mais de meia hora, quase uma hora se for de autocarro, vinte minutos de táxi. Comece-se por Hong Kong Central, a metade de influência inglesa e ocidental. É por aqui, à sombra de arranha-céus que servem de base a algumas das maiores empresas mundiais, que se deambula a uma boa dezena de metros do chão. Do cais até ao topo da encosta é possível caminhar através de um sistema de passagens elevadas e escadas rolantes.

 

Em cada viaduto, várias hipóteses de fotografias, diversas formas de sentir a agitação deste território autónomo da República da China com mais de 7,5 milhões de habitantes. O facto de ter uma das mais elevadas densidades populacionais do planeta fica provado quando se desce ao nível da rua e se tenta circular pelos passeios nas horas mais agitadas. O mar de gente é razão mais que suficiente para encontrar um poiso e fugir à azáfama. Opções não faltam.

Na ilha de Hong Kong, há que seguir as escadas rolantes até ao Soho, um dos bairros mais animados do território. Restaurantes e bares podem servir de ponto de paragem, antes de uma incursão pelo mundo dos antiquários na Hollywood Road. Aproveite o final do dia para ir ao Victoria Peak, ou simplesmente The Peak, de onde se tem uma das melhores vistas da região. A viagem faz-se em comboio, o famoso tram que sobe a montanha. Com a chegada da noite, no lado ocidental de Hong Kong, os caminhos apontam para Lan Kwai Fong, onde a diversão é garantida.

Kowloon está do outro lado da baía e bastam cinco minutos de viagem para lá chegar. O Star Ferry é uma embarcação histórica em Hong Kong. Por menos de 30 cêntimos de euro aproveite uma viagem mágica entre as duas margens, com a possibilidade de contemplar desde o mar a imponência de uma cidade a que não se quer resistir.

É do lado oriental que encontramos alguns dos mercados de rua mais importantes e interessantes, como o mercado noturno em Temple Street ou o Ladies Market, em Mongkok. Dois paraísos para quem não dispensa compras ou o sempre saudável ato de regatear.

Em Kowloon, junto ao porto, todas as noites a partir das 20h, milhares de pessoas se juntam para assistir a um espetáculo de luz e música coordenado com a iluminação dos principais edifícios de Hong Kong. É também por aí que está a Avenida das Estrelas e a famosa estátua do ator Bruce Lee, um filho da terra. O cinema tem um papel essencial na história deste território. Basta caminhar por algumas das suas ruas mais agitadas, como a Nathan Road, em Tsim Sha Tsui, para ter a ideia de que se está num filme. Pode ser de ação, de ficção científica ou um romance, mas a sensação é sempre a de se estar num mundo de fantasia.

 

Moeda: Dólar de Hong Kong HKD (1 euro – 8,76 HKD)
Quando ir: Qualquer altura do ano é agradável. Nos meses de julho e agosto, as temperaturas são elevadas, o que dificulta a tarefa de andar de um lado para o outro. Primavera e outono são boas opções.
Língua: Mandarim, cantonês e inglês
País: Região Administrativa Especial de Hong Kong, República Popular da China