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Cidade imperial, Pequim

Cidade imperial, Pequim

A capital chinesa é a segunda cidade mais populosa do país (atrás de Xangai), mas é o grande centro político e social da China.

Aqui encontramos as sedes das maiores empresas estatais e este é o ponto de confluência das principais vias – rodoviárias, ferroviárias e aéreas . Há quase mil anos que é assim, Pequim tornou-se capital e não mais perdeu a sua pujança e influência. Palácios opulentos, jardins grandiosos e museus impressionantes fazem parte da paisagem e dos pontos de interesse de uma cidade em constante mudança. Apesar das alterações e da construção a um ritmo frenético, a região de Pequim continua a manter sete locais distinguidos pela UNESCO como Património da Humanidade. A saber: Cidade Proibida, complexo do Templo do Céu, Palácio de Verão, Túmulos Imperiais da Dinastia Ming, grutas de Zhoukoudian, Grande Muralha e Grande Canal.

A Cidade Proibida é um bom ponto de partida para descobrir a antiguidade e a riqueza histórica da capital chinesa. Este complexo arquitetónico tem mais de nove mil divisões e foi construído entre 1406 e 1420. Desde então já foi afetado por desastres naturais, saqueado, destruído parcialmente e reconstruído vezes sem conta. A melhor forma de descobrir este monumento mítico é na companhia de um guia oficial que poderá contar muitos e mais interessantes pormenores sobre o local.

O Palácio Imperial não pode ser descurado, tal como o Parque Jingshan, mesmo ali ao lado.

 

A cerca de 20 minutos a pé está a mais famosa praça de Pequim, Tiananmen, bem no coração da cidade. É uma das maiores do mundo e tem servido para desfiles militares, comícios e manifestações contra e pró-regime. A imagem do antigo dirigente chinês Mao Tse Tung está bem presente nesta enorme praça onde se pode assistir ao içar da bandeira nacional, todos os dias ao nascer e ao pôr do sol.

O Templo do Céu é, realmente, um complexo de vários templos taoístas na zona sul da cidade. Há mais de cinco séculos que é um dos locais mais sagrados do país, tendo sido um local de sacrifícios durante as dinastias Ming e Qing. Hoje é normal, às primeiras horas da manhã, encontrar por lá praticantes de tai chi e de kung fu.

O maior jardim real da China está no Palácio de Verão, na zona nordeste de Pequim. Tem mais de 26 quilómetros quadrados de área e é um excelente local para descansar enquanto se apreciam os templos, pontes e mansões à beira do lago.

Tendo recuperado forças, há que não perder uma ida à Grande Muralha, ou pelo menos visitar uma parte dela. Só na região norte de Pequim, a muralha estende-se por cerca de 600 quilómetros. No total, são mais de 21 mil quilómetros. Aconselha-se calçado confortável, protetor solar e água.

Para se mergulhar verdadeiramente no espírito da capital chinesa e da sua população, nada melhor que passar algum tempo nos Hutongs, os bairros tradicionais de ruas estreitas e pequenos pátios por onde circulam riquexós. Não faltam bares, pousadas e restaurantes onde poderá, quem sabe, provar uma das grandes especialidades chinesas – o pato à Pequim.

Com as energias renovadas, nada melhor que partir à descoberta do novo Mercado da Seda, o Xiushui. Tem 1600 bancas de venda ao longo de oito pisos. Funciona ao longo do dia, com interesse especial a partir das cinco da tarde. Ainda no setor das compras, nada como ir ao mercado de rua de Panjiayuan, onde se vende de tudo um pouco, novo ou usado. A experiência de regatear com vendedores experimentados e noutra língua faz parte da viagem.

 

BI
Moeda: Yuan Renminbi CNY (1 euro – 7,50 CNY)
Quando ir: Os meses de outono são os mais agradáveis. No verão, as temperaturas podem chegar aos 40.ºC
Língua: Mandarim
País: República Popular da China