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Guangzhou, a pérola no oriente

Guangzhou, a pérola no oriente

Em pleno Rio das Pérolas, a apenas 120 quilómetros de Hong Kong e a 140 de Macau, fica Cantão – Guangzhou, no original.

É a terceira maior cidade da China, capital da província de Guangdong e tornou-se gigante graças ao seu posicionamento geográfico no final, por mar, da Rota da Seda. Mais de 13 milhões de pessoas vivem na área metropolitana desta cidade que tem crescido nos últimos anos com a chegada de estrangeiros do Médio Oriente, Europa de Leste, Sudoeste da Ásia e África.

Cantão é cada vez mais uma cidade cosmopolita e isso não vem de agora. Durante décadas foi o único porto chinês onde eram permitidos negociantes de outros países, sendo posteriormente ultrapassada por Hong Kong e Xangai, mas continua a ser o mais importante posto de comércio na China continental.

 

 

Para lá dos negócios, há mais motivos de interesse nesta cidade onde a gastronomia também ocupa um espaço muito importante. A rua pedonal Shangxiajiu, no bairro de Liwan, é uma das mais frequentadas de todo o país. Tem mais de 1200 metros de extensão e cerca de 300 estabelecimentos comerciais. Não faltam restaurantes de comida tradicional e uma diversidade arquitetónica dos edifícios que vai do europeu moderno ao antigo asiático de uma porta à outra.

Esta é também a cidade do Rio das Pérolas, o terceiro maior da China, com mais de dois mil quilómetros. À noite, aproveite a oportunidade para fazer um cruzeiro pelo rio, aproveitando a iluminação das centenas de edifícios de Cantão a refletir nas águas.

Em plena zona antiga, outro motivo de interesse: a catedral do Sagrado Coração, um espaço de culto católico com 35 metros de altura, 78 de comprimento e com duas torres a rondar os 60 metros de altura. É a maior igreja católica em estilo gótico da China e do Sudoeste Asiático. Ou como muitas vezes lhe chamam os habitantes locais, a Notre Dame do Oriente. De entre as grandes construções da região de Guangzhou há que contar com o mausoléu do rei Nanyue, que também é museu. Lá poderá encontrar vestígios e testemunhos materiais da arquitetura da dinastia Han e dos seus quase dois mil anos de história. Destaque para as mais de 2200 peças de jade ligadas por um fio de seda, a peça mais emblemática do museu.

 

 

Ao redor de Cantão a natureza é impressionante. A montanha Baiyun é um dos locais mais cénicos, com as suas nuvens brancas (que lhe dão nome) em redor da base a provocar uma sensação única para visitantes e artistas que, ao longo de várias gerações, lhe dedicaram poemas e canções imortais. No total, a montanha tem 30 cumes e vista para o rio e para a cidade. E é na baixa de Cantão que está outra zona verde a considerar: o Parque Yuexiu, um dos locais mais famosos graças às suas estátuas e construções históricas.

BI
Moeda:
Yuan Renminbi CNY (1 euro – 7,50 CNY)
Quando ir: Os meses de outono são os mais agradáveis. No verão, as temperaturas podem chegar aos 40.ºC
Língua: Mandarim
País: República Popular da China